Clipping FemMaterna – 09 a 15/09/13

Entrevista – A mulher no século XXI

Cynthia Semíramis, feminista, advogada e doutoranda em Direito na PUC-MG, concedeu ao programa Interconexão Brasil uma entrevista sobre mulheres e feminismo. E você devia, sim, assistir. Ou ouvir. Enfim. Não perca.


Informação de qualidade

Uma das coisas mais ouvida de pais e mães por aí, quando se deparam com alguma situação que definitivamente não era prevista, é “Ninguém me contou que era assim”. Pois é, as letrinhas miudinhas do contrato, tem coisa que nem lá aparece. O que fazem então os pais, os cuidadores às voltas com uma urgência imprevista ou mesmo interessados em se informar? Buscam o auxílio de gente mais experiente, buscam informação online (como é que faziam quando não tinha Google, hein?), buscam publicações especializadas.

Toda a informação tem um viés, mas como lidar quando a fonte é aparentemente confiável e se mostra tendenciosa?

Isabela Kanupp discutiu essa questão no post “O que (quase) ninguém te conta“:

Me questionei do porque revistas como Pais e Filhos, não faz um texto realmente completo sobre amamentação e amamentação prolongada. Porque não falam – sem meias verdades – sobre criação com apego. Porque não fazem um texto sobre os benefícios da cama compartilhada, tanto para os pais quanto para o bebê.

Porque nada disso vende.
Porque as grandes empresas que anunciam nessas revistas, são justamente empresas de fórmulas artificiais, berços, carrinhos dos mais variados tipos, chupetas e todo o apetrecho que dizem que nós precisamos para criar uma criança.
E bom, revista alguma quer incomodar quem anuncia nela.

Amamentação e amamentação prolongada não dá dinheiro para ninguém. Cama compartilhada, faria no mínimo vender menos berços. Sling é mais barato do que carrinho de bebê. E continuam reforçando que a mãe é incapaz, que o pai é incapaz, que a nossa sociedade só consegue ‘controlar’ essas crianças com tecnologia e ritalina.”

 
Leia o post completo aqui.
Mitos da maternidade
 
Jogue aí a primeira peça de roupa em tom pastel quem nunca se pegou de pé preso e nó na garganta em função de algum mito relacionado à maternidade. Ceila Santos fez no Mamatraca uma compilação de apenas dez deles, que estão esparramados e enraizados por aí, esperando pra puxar o pé das mães (aliás, mitos sobre a paternidade, alguém terá escrito algo sobre isso já?):
 
 

“Basta navegar pela blogosfera materna para entender o desafio que é reunir só 10 mitos da maternidade. O que não faltam são classificações diferentes para retratar as ideias falsas que compramos para encarar o papel de mãe. Mãe perfeita, mãe real, a boa mãe, mãedrasta ou mãe é tudo igual. Se os mitos parecem muitos, por outro lado, discerni-los é ainda mais complicado. Pode-se até concluir que os mitos maternos – que parecem muitos, mas bem de pertinho, dá pra contar nos dedos de uma mão só – são construídos para a nossa transformação.”

 
Clique aqui para ler o post todo.
Cerveja? Sim, cerveja.
Comerciais de cerveja são pauta relativamente comum em blogs e grupos feministas – pela imagem feminina representada neles, pela insistência em associar o consumo da bebida a um universo necessariamente masculino.
Os dois comerciais abaixo, respectivamente das marcas Guinness e Carlsberg, surpreendem por subverter a ideia de que a cerveja tem associação direta com sexo, com mulher gostosa, disponível e consumível (como a cerveja) e por trazerem um olhar inusitado sobre a bebida e as situações associadas a ela. O vídeo da Guiness ainda traz a imagem da cerveja como bebida consumida entre amigos, entre os caras no bar, mas isso não é o cerne do anúncio. Confira abaixo os dois vídeos.
Carlsberg
Guinness
 

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